BRASA DORMIDA, 1928, Cataguases, MG.

SINOPSE: O jovem Luís Soares é mandado para o Rio de Janeiro pelo pai industrial, para estudar. Na cidade grande, Luís gasta toda a mesada e abandona os estudos. Consegue emprego como gerente de uma usina no interior e se apaixona pela filha do proprietário. Enciumado, o ex-gerente escreve cartas anônimas ao dono da usina revelando o namoro de sua filha com Luís. Não querendo o casamento, o pai afasta a filha da usina, mas, durante uma festa, os dois se apaixonam de novo. Enquanto acontece a festa, o ex-gerente joga uma bomba na usina e, quando Luís retorna, entram em luta corporal, caindo o ex-gerente num bujão de melado fervente, onde morre. Percebendo a integridade e as boas intenções do rapaz, o proprietário finalmente permite o casamento dos dois. (fop: d-16)

FICHA TÉCNICA: prd: Agenor Cortes de Barros; pra: Homero Cortes Domingues; dir, arg, rot, mtg e cen: Humberto Mauro; gep: Antenor Cortes Barros; fot: Edgar Brasil; cam: Pascoal Ciodaro; let: Sílvio de Figueiredo; loc: Cataguases e Rio de Janeiro; cpr: Phebo Brasil Filme; dis: Universal Pictures do Brasil; lab: Benedetti Filme; p&b, 35mm, 120 min, gen: drama.

ELENCO: Nita Ney, Luiz Soroa, Máximo Serrano, Pedro Fantol, Rozendo Franco, Côrte Real, Pascoal Ciodaro, Haroldo Mauro, Juca de Godoy.

FONTE: DICIONÁRIO DE FILMES BRASILEIROS – Antônio Leão da Silva Neto