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	<title>Arquivo de IMPRENSA - Armazém Memória</title>
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	<description>Um resgate coletivo da história</description>
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		<title>Cinemateca Popular Brasileira reúne no Youtube mais de 1.200 filmes &#124; Portal Fórum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2016 19:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IMPRENSA]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A riquíssima lista é dividida em diversas categorias e contém desde raridades como &#8220;Os Óculos do Vovô&#8221;, de 1913, a obras-primas de Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha; assista</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Cinemateca Popular Brasileira (CPB), canal criado no Youtube, chega, neste mês, a 1.235 filmes nacionais disponíveis na íntegra. A lista das obras é atualizada anualmente. A última atualização foi realizada em dezembro. A CPB, organizada pelo Armazém Memória, utiliza como fonte de pesquisa o Dicionário de Filmes Brasileiros, de Antônio Leão da Silva Neto (1908-2002), e os catálogos da Agência Nacional do Cinema (Ancine, 2002-2013).</p>
<p style="text-align: justify;">A riquíssima lista é dividida em diversas categorias, como “Longa Metragem por Gênero”, “Diretores e Diretoras”, “Literatura e Teatro no Cinema”, “Literatura e Teatro no Cinema”, por ordem cronológica (pela qual podem ser acessados filmes de toda a história da filmografia nacional), entre outras. A extensa coleção, que contempla o cinema brasileiro de todas as décadas dos séculos 20 e 21, permite fazer uma verdadeira viagem estética e histórica pela filmografia nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O acervo oferece desde a comédia de 1913 Os Óculos do Vovô (direção de Francisco Santos), de pouco mais de quatro minutos, passando, por exemplo, por O Ébrio Vicente Celestino (de Jaurez Maisner, 1946), passando por A Música Segundo Tom Jobim (Nelson Pereira dos Santos, documentário, 2012). O acervo da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, ou as produções paulistanas do ciclo conhecido por Boca do Lixo, também estão representadas na lista.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se, por exemplo, assistir a vários filmes fundamentais de Nelson Pereira dos Santos, diretor considerado o fundador do Cinema Novo, movimento que revolucionou o cinema brasileiro nos anos 1960 e 1970. Rio 40 Graus (1955), que incorporava as técnicas neorrealistas desenvolvidas na Itália, ou Vidas Secas (1963), reconhecido como a obra-prima do cineasta, são alguns de seus muitos filmes “em cartaz” no canal da CPB.</p>
<p style="text-align: justify;">A filmografia do revolucionário e inquieto Glauber Rocha também está no acervo, com filmes como Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) e Terra em Transe (1967). São mais de dez filmes do artista disponíveis, entre longas e curtas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Armazém Memória, que organiza a Cinemateca Popular Brasileira, “é uma iniciativa de articulação e construção coletiva de um sítio na Internet, visando colaborar para o desenvolvimento de políticas públicas, que possam garantir ao cidadão brasileiro o acesso à sua memória histórica, através de Bibliotecas Públicas Virtuais interligadas em um sistema de busca direto no conteúdo”, diz Marcelo Zelic, coordenador do Armazém, em seu site na internet.</p>
</blockquote>
<p>Fonte: <em><a href="http://www.revistaforum.com.br/2016/01/16/cinemateca-popular-brasileira-reune-no-youtube-mais-de-1-200-filmes/">Cinemateca Popular Brasileira reúne no Youtube mais de 1.200 filmes | Portal Fórum</a></em></p>
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		<title>Documento que registra extermínio de índios é resgatado após décadas desaparecido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 23:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CRV INDÍGENA]]></category>
		<category><![CDATA[IMPRENSA]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Figueiredo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório de mais de 7 mil páginas que relatam massacres e torturas de índios no interior do país, dado como queimado num incêndio, é encontrado intacto 45 anos depois A expedição percorreu mais de 16 mil quilômetros e visitou mais de 130 postos indígenas onde foram constatados inúmeros crimes e violações aos direitos humanos. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Relatório de mais de 7 mil páginas que relatam massacres e torturas de índios no interior do país, dado como queimado num incêndio, é encontrado intacto 45 anos depois</h3>
<p style="text-align: justify;">A expedição percorreu mais de 16 mil quilômetros e visitou mais de 130 postos indígenas onde foram constatados inúmeros crimes e violações aos direitos humanos. O governo ignorou pedido do Relatório Figueiredo para demitir 33 agentes públicos e suspender 17</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 45 anos desaparecido, um dos documentos mais importantes produzidos pelo Estado brasileiro no último século, o chamado Relatório Figueiredo, que apurou matanças de tribos inteiras, torturas e toda sorte de crueldades praticadas contra indígenas no país – principalmente por latifundiários e funcionários do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI) –, ressurge quase intacto. Supostamente eliminado em um incêndio no Ministério da Agricultura, ele foi encontrado recentemente no Museu do Índio, no Rio, com mais de 7 mil páginas preservadas e contendo 29 dos 30 tomos originais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma das inúmeras passagens brutais do texto, a que o Estado de Minas teve acesso e publica na data em que se comemora o Dia do Índio, um instrumento de tortura apontado como o mais comum nos postos do SPI à época, chamado “tronco”, é descrito da seguinte maneira: “Consistia na trituração dos tornozelos das vítimas, colocadas entre duas estacas enterradas juntas em um ângulo agudo. As extremidades, ligadas por roldanas, eram aproximadas lenta e continuamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre denúncias de caçadas humanas promovidas com metralhadoras e dinamites atiradas de aviões, inoculações propositais de varíola em povoados isolados e doações de açúcar misturado a estricnina, o texto redigido pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia ressuscita incontáveis fantasmas e pode se tornar agora um trunfo para a Comissão da Verdade, que apura violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988.</p>
<p style="text-align: justify;">A investigação, feita em 1967, em plena ditadura, a pedido do então ministro do Interior, Albuquerque Lima, tendo como base comissões parlamentares de inquérito de 1962 e 1963 e denúncias posteriores de deputados, foi o resultado de uma expedição que percorreu mais de 16 mil quilômetros, entrevistou dezenas de agentes do SPI e visitou mais de 130 postos indígenas. Jader de Figueiredo e sua equipe constataram diversos crimes, propuseram a investigação de muitos mais que lhes foram relatados pelos índios, se chocaram com a crueldade e bestialidade de agentes públicos. Ao final, no entanto, o Brasil foi privado da possibilidade de fazer justiça nos anos seguintes. Albuquerque Lima chegou a recomendar a demissão de 33 pessoas do SPI e a suspensão de 17, mas, posteriormente, muitas delas foram inocentadas pela Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Os únicos registros do relatório disponíveis até hoje eram os presentes em reportagens publicadas na época de sua conclusão, quando houve uma entrevista coletiva no Ministério do Interior, em março de 1968, para detalhar o que havia sido constatado por Jader e sua equipe. A entrevista teve repercussão internacional, merecendo publicação inclusive em jornais como o New York Times. No entanto, tempos depois da entrevista, o que ocorreu não foi a continuação das investigações, mas a exoneração de funcionários que haviam participado do trabalho. Quem não foi demitido foi trocado de função, numa tentativa de esconder o acontecido. Em 13 de dezembro do mesmo ano o governo militar baixou o Ato Institucional nº 5, restringindo liberdades civis e tornando o regime autoritário mais rígido.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente do grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo e coordenador do Projeto Armazém Memória, Marcelo Zelic, foi quem descobriu o conteúdo do documento até então guardado entre 50 caixas de papelada no Rio de Janeiro. Ele afirma que o Relatório Figueiredo já havia se tornado motivo de preocupação para setores que possivelmente estão envolvidos nas denúncias da época antes de ser achado. “Já tem gente que está tentando desqualificar o relatório, acho que por um forte medo de ele aparecer, as pessoas estão criticando o documento sem ter lido”, acusa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Suplícios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O contexto desenvolvimentista da época e o ímpeto por um Brasil moderno encontravam entraves nas aldeias. O documento relata que índios eram tratados como animais e sem a menor compaixão. “É espantoso que existe na estrutura administrativa do país repartição que haja descido a tão baixos padrões de decência. E que haja funcionários públicos cuja bestialidade tenha atingido tais requintes de perversidade. Venderam-se crianças indefesas para servir aos instintos de indivíduos desumanos. Torturas contra crianças e adultos em monstruosos e lentos suplícios”, lamentava Figueiredo. Em outro trecho contundente, o relatório cita chacinas no Maranhão, em que “fazendeiros liquidaram toda uma nação”. Uma CPI chegou a ser instaurada em 1968, mas o país jamais julgou os algozes que ceifaram tribos inteiras e culturas milenares.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <em><a href="http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/04/19/interna_politica,373440/documento-que-registra-exterminio-de-indios-e-resgatado-apos-decadas-desaparecido.shtml">Estado de Minas</a></em></p>
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